sábado, 31 de outubro de 2009

Deficiencia?


Este artista, diagnosticado como autista, deve ter encontrado muitas dificuldades até encontrar seu caminho e seu talento especial.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

COMO MANTER-SE JOVEM (enviado pela Ma. José Senna)

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, opeso e a altura.Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre:Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja.Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão éAlzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar oar.E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele /ela!
6. Quando as lágrimas apareceremAguente, sofra e ultrapasse.A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:Se é boa, mantenha-a.Se é instável, melhore-a.Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até aum país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Moinhos de vento

A história verdadeira de um adolescente autodidata do Malauí que transformou a vida de sua família e de sua comunidade ao construir, com lixo, um moinho de vento para gerar eletricidade é tema de um livro que acaba de chegar às lojas nos Estados Unidos.

As conquistas de Kamkwamba são ainda mais impressionantes se considerarmos que ele foi obrigado a abandonar a escola aos 14 anos porque sua família não podia pagar as anuidades de US$ 80. Quando retornou à modesta propriedade da família no vilarejo de Masitala, no interior do Malauí, seu futuro parecia limitado.
O adolescente continuou a estudar usando a biblioteca no vilarejo. Fascinado por ciências, encontrou, por acaso, em um livro caindo aos pedaços, uma foto de um moinho de vento. "Fiquei muito interessado quando vi que o moinho podia produzir eletricidade e bombear água". "Eu pensei: isso poderia ser uma defesa contra a fome. Talvez eu devesse construir um para mim".
"Muitos, inclusive minha mãe, achavam que eu estava louco", ele relembra. "Nunca tinham visto um moinho de vento antes. Os vizinhos também estranhavam o fato de que Kamkwamba passava horas mexendo no lixo. "Eles achavam que eu estava fumando maconha", disse. "Eu dizia que estava fazendo um trabalho (ritual de magia)".
Kamkwamba construiu uma turbina usando peças de bicicletas, uma hélice de ventilador de trator e pedaços de canos de plástico, entre outros objetos. "Levei alguns choques subindo naquilo (no moinho)", ele contou.
Hoje, Kamkwamba estuda na renomada African Leadership Academy, em Johanesburgo.
O jovem disse estar determinado, no entanto, a voltar para sua terra e completar sua missão de trazer energia não apenas para o resto do seu vilarejo, mas para todo o Malauí.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O que podemos aprender com os índios

Índios recrutam líderes para tentar vitória inédita nas urnas em 2010

Divididos em 220 etnias, falando 180 línguas, os índios brasileiros estão se organizando para aumentar a representação política nas eleições de 2010. Eles somam mais de 700 mil, dos quais 150 mil eleitores, e querem mais protagonismo nas decisões do País para defender as suas bandeiras sem depender unicamente da tutela da Fundação Nacional do Índio (Funai) ou das bênçãos de igrejas.
Em quatro Estados onde têm maior nível de organização, os índios já decidiram que vão lançar candidatos a deputado federal, além de nomes competitivos para a Assembleia Legislativa. A escolha dos candidatos, de acordo com Macuxi, é feita democraticamente, em assembleias regionais.
Para o líder, esse é um modo de escolha mais legítimo que as convenções partidárias. "São levadas em conta a liderança, a eloquência e a vida limpa do candidato", explicou. "Aqui ninguém cai de paraquedas, não se compra legenda, nem se é escolhido pelo dono do partido." Após a peneira, os índios são pragmáticos na escolha do partido. O preferencial é o PV, principalmente após a adesão da senadora Marina Silva (AC), que disputará a Presidência. Dizem que a ex-ministra do Meio Ambiente dará visibilidade às questões ambientais e indígenas.