Os japoneses não são mesmo deste planeta.
Enquanto alguns se vangloriam da descoberta de petroleo no pre-sal, os japoneses estão estudando uma forma de aproveitar a energia solar em órbita, e retransmiti-la à Terra. Incrível....
“Como se trata de uma forma de energia limpa e inesgotável, acreditamos que este sistema pode contribuir para resolver os problemas de insuficiência energética e do aquecimento da Terra devido aos gases causadores do efeito estufa”, explicam os pesquisadores da Mitsubishi Heavy Industries (MHI), grupo diversificado especialista em técnicas aeroespaciais. “A luz do sol é abundante no espaço”, destacam.
O gigantesco desafio científico e industrial coordenado pela Agência Espacial Japonesa (JAXA) parece saído da ficção científica, mas o Japão iniciou seus estudos para o projeto em 1998. Ao todo, 130 pesquisadores divididos em grupos de trabalho participam da iniciativa, e este número deve crescer a partir de agora.
No dia 1º de setembro, os ministérios da Economia, Comércio e Indústria (METI) e de Ciências e Técnicas (MEXT) confiaram o desenvolvimento do projeto à MHI e ao Instituto de Pesquisa de Dispositivos Espaciais Inabitados, que reúne 17 empresas, entre elas os grupos de eletrônica Mitsubishi Electric, NEC, Fujitsu e Sharp.
De acordo com os planos atuais, haverá várias etapas de desenvolvimento até o lançamento do dispositivo, previsto para 2030. Primeiro, “um satélite de testes destinado à experimentação da transmissão por microondas deve ser colocado em órbita baixa por um foguete japonês” nos próximos anos, explicou um dos coordenadores do projeto na JAXA, Tatsuhito Fujita.
Depois, os japoneses testarão a possibilidade de uma montagem automatizada no espaço (em órbita conjunta com a Estação Espacial Internacional, ISS) das peças para construir uma grande estrutura fotovoltáica flexível com potência de 10 megawatts (MW). Isto está previsto para 2020.
O gigantesco desafio científico e industrial coordenado pela Agência Espacial Japonesa (JAXA) parece saído da ficção científica, mas o Japão iniciou seus estudos para o projeto em 1998. Ao todo, 130 pesquisadores divididos em grupos de trabalho participam da iniciativa, e este número deve crescer a partir de agora.
No dia 1º de setembro, os ministérios da Economia, Comércio e Indústria (METI) e de Ciências e Técnicas (MEXT) confiaram o desenvolvimento do projeto à MHI e ao Instituto de Pesquisa de Dispositivos Espaciais Inabitados, que reúne 17 empresas, entre elas os grupos de eletrônica Mitsubishi Electric, NEC, Fujitsu e Sharp.
De acordo com os planos atuais, haverá várias etapas de desenvolvimento até o lançamento do dispositivo, previsto para 2030. Primeiro, “um satélite de testes destinado à experimentação da transmissão por microondas deve ser colocado em órbita baixa por um foguete japonês” nos próximos anos, explicou um dos coordenadores do projeto na JAXA, Tatsuhito Fujita.
Depois, os japoneses testarão a possibilidade de uma montagem automatizada no espaço (em órbita conjunta com a Estação Espacial Internacional, ISS) das peças para construir uma grande estrutura fotovoltáica flexível com potência de 10 megawatts (MW). Isto está previsto para 2020.








