Hoje não temos ainda o distanciamento para avaliar exatamente o que foi e está sendo a prisão de Guantanamo - uma base militar dos EUA, em Cuba, destinada a prender e investigar(?) supostos terroristas. O caso dos irmãos uigures é singular, como devem ser singulares as histórias de outros presos de Guantanamo.
Separatistas chineses, aparentemente não eram terroristas contra os EUA, mas foram mandados para Cuba e estão lá há muito tempo.
A história dos dois irmãos é comovente, e se melhor explicada, deixará claro o non-sense total desta histeria anti-terror.
WASHINGTON - Bahtiyar Mahnut, detento da prisão de Guantánamo, recebeu a notícia na semana passada de que a República do Palau estava disposta a recebê-lo após o fechamento do centro de detenção. A novidade poderia ter sido motivo para comemoração, mas para surpresa de seus advogados, Bahtiyar recusou o convite. O homem quer permanecer preso para tomar conta de seu irmão mais velho, também preso em Guantánamo, informa o jornal "Washington Post".
A história de Bahtiyar e do irmão ocorre no momento em que a administração Obama se esforça para fechar a prisão com 223 detentos. Os irmãos são uigures, residentes da China e considerados separatistas por Pequim. Eles foram presos separadamente no Afeganistão e no Paquistão pouco após os EUA lançarem ataques contra a al-Qaeda e o Talibã depois dos atentados de 11 de setembro.
Nas últimas semanas, Palau concordou em receber 12 dos 13 uigures, de acordo com o Departamento de Justiça. O único detento que não foi incluído na lista foi Arkin Mahmud, de 45 anos, irmão de Bahtiyar. Ele desenvolveu problemas mentais que seriam sérios demais para serem tratados na pequena república, afirmam os advogados.
A história de Bahtiyar e do irmão ocorre no momento em que a administração Obama se esforça para fechar a prisão com 223 detentos. Os irmãos são uigures, residentes da China e considerados separatistas por Pequim. Eles foram presos separadamente no Afeganistão e no Paquistão pouco após os EUA lançarem ataques contra a al-Qaeda e o Talibã depois dos atentados de 11 de setembro.
Nas últimas semanas, Palau concordou em receber 12 dos 13 uigures, de acordo com o Departamento de Justiça. O único detento que não foi incluído na lista foi Arkin Mahmud, de 45 anos, irmão de Bahtiyar. Ele desenvolveu problemas mentais que seriam sérios demais para serem tratados na pequena república, afirmam os advogados.
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